Às vezes, parece que nada na minha vida tem rumo e, infelizmente, as relações amorosas não são excepção. Não sei se é impressão minha, sé é mania, ou se é algum problema do foro psicológico, daqueles que precisa de acompanhamento por um doutor que nos manda fazer desenhos e dizer o que nos vem à cabeça, para de seguida nos descobrir um bloqueio emocional datado do tempo em que ainda não tínhamos controlo sobre o nosso esfíncter, mas as mulheres com quem me relaciono afectiva e fisicamente perdem rapidamente o encanto. Este facto foi-me recentemente avivado em conversa com um amigo. Este falava-me de uma “gaja” que tinha conhecido recentemente num jantar e que o tinha deixado bastante entusiasmado.
Conversa para trás e para a frente, as perguntas da praxe acerca das medidas da dita cuja, e chegamos finalmente à parte de ver as fotografias do telemóvel (abençoadas novas tecnologias que nos impedem de comer gato por lebre). Obviamente que poderíamos ter começado por ver as fotografias, mas isso seria o mesmo que ver o fim de um filme ou livro e depois começar a vê-lo de início, convenhamos que perde a pica toda… Mas adiante. Para meu espanto, a dita cuja era, nem mais, nem menos, que uma conhecida minha. No preciso momento em que constatei esse facto, deixei de ouvir o que o meu amigo dizia e, a uma velocidade capaz de envergonhar o melhor processador a xpto GHz, fiz o filme todo na minha cabeça. Quando a conheci também tinha achado a tipa bastante interessante. Era simpática, prestável, e apesar de sair um bocadinho ao seu pai no volume dos peitorais, tinha um sorriso bonito.
Conversa para trás e para a frente, as perguntas da praxe acerca das medidas da dita cuja, e chegamos finalmente à parte de ver as fotografias do telemóvel (abençoadas novas tecnologias que nos impedem de comer gato por lebre). Obviamente que poderíamos ter começado por ver as fotografias, mas isso seria o mesmo que ver o fim de um filme ou livro e depois começar a vê-lo de início, convenhamos que perde a pica toda… Mas adiante. Para meu espanto, a dita cuja era, nem mais, nem menos, que uma conhecida minha. No preciso momento em que constatei esse facto, deixei de ouvir o que o meu amigo dizia e, a uma velocidade capaz de envergonhar o melhor processador a xpto GHz, fiz o filme todo na minha cabeça. Quando a conheci também tinha achado a tipa bastante interessante. Era simpática, prestável, e apesar de sair um bocadinho ao seu pai no volume dos peitorais, tinha um sorriso bonito.
Apesar de já não me lembrar de quanto tempo durou o feitiço, mas posso desde já salientar que foi de curta duração, recordo-me com alguma clareza de quando acabou – Foi quando a ouvi falar dois dias seguidos com outras colegas! Mulheres juntas é: malas, sapatos, o casaco que ficava melhor se fosse apertado aqui e acolá, as unhas de gel (malditas unhas de gel que dão tema de conversa para horas), o cabelo (é pá, será que as pessoas não percebem que se o quadro for feio como a merda não interessa a moldura em que o colocas, que vai ser feio na mesma?!), as fotos desta e daquela no facebook, os bebés – sobre os bebés, e nos breves instantes em que efectivamente prestei atenção ao que diziam, acho que já ouvi o suficiente para ter um doutoramento em puericultura – as manias e comportamentos dos maridos, etc., etc…
Ainda bem que na minha última relação nunca passei muito tempo com a minha ex e as amigas dela, e fazíamos sexo, ou amor se preferirem, como se não houvesse amanhã!! Quer dizer, durante o primeiro ano foi assim, depois… depois passei a viver na base de recordações e lamentações até ganhar coragem para dar por terminada a relação.
Isso é outra coisa que me arrelia!!!! Será que as meninas não percebem que não existe ninguém que ande todos os dias de Ferrari, umas vezes na cidade, outras no campo, de marcha a trás, aos piões, em drift… e depois, de um momento para o outro, o Ferrari se transforme em Peugeot cheio de problemas de motor e ruídos incómodos, e continue a viver feliz?! E não me venham com a história de que o sexo não é tudo, porque isso são teorias que não me interessam para nada! Quando eu for velho e impotente, quando nem os mágicos comprimidos azuis ajudarem, então conversamos e vemos as novelas, mas agora quero sexo, muito, muito sexo!
Voltando mais uma vez às analogias com carros, poderíamos dizer que, se o amor corresponde a todas as engrenagens, complicados dispositivos electrónicos e demais componentes que compõem o motor, então o sexo é o óleo que lubrifica e assegura o bom funcionamento de todas as partes. É óbvio que se o nível do óleo for demasiado baixo ou inexistente, então o motor vai gripar...
Enfim... Continuando, eu até nem me importo de ir ao cinema ver filmes de domingo à tarde, de ir ver aqueles panhonhas a tocar naquele bar de labregos, de entrar em todas as bershkas e mangos que existem neste mundo, como se fossem alguma coisa diferentes umas das outras, de andar pela rua feito urso com um ramo de flores para oferecer à princesa, mas no fim, no fim quero sexo em condições!!
Voltando mais uma vez às analogias com carros, poderíamos dizer que, se o amor corresponde a todas as engrenagens, complicados dispositivos electrónicos e demais componentes que compõem o motor, então o sexo é o óleo que lubrifica e assegura o bom funcionamento de todas as partes. É óbvio que se o nível do óleo for demasiado baixo ou inexistente, então o motor vai gripar...
Enfim... Continuando, eu até nem me importo de ir ao cinema ver filmes de domingo à tarde, de ir ver aqueles panhonhas a tocar naquele bar de labregos, de entrar em todas as bershkas e mangos que existem neste mundo, como se fossem alguma coisa diferentes umas das outras, de andar pela rua feito urso com um ramo de flores para oferecer à princesa, mas no fim, no fim quero sexo em condições!!
É pá, será que sou anormal?? Insensível?? Animal?? Não sei… Um dia destes ainda vou a um daqueles doutores de que falei no início do post a ver se ele me trata e dá um rumo…